“Utilities não precisam virar empresa de telecom para ter serviço confiável”, defende diretor da TIM
No UTCAL 2026, evento sobre infraestrutura de telecomunicações de utilities, o diretor de vendas B2B da TIM Brasil, Paulo Humberto Gouvêa, defendeu que essas empresas não precisam virar operadoras de telecom para garantirem um serviço de conectividade de qualidade.
“Uma das maiores contas que pagamos hoje na TIM é a de eletricidade. Mas não nos tornamos uma elétrica para ter um serviço de energia confiável. Da mesma forma, as utilities não precisam virar empresas de telecom para ter um serviço confiável de conectividade”, argumentou.
Gouvêa disse que, dependendo da aplicação, as elétricas podem utilizar redes privativas ou redes públicas de telecomunicações, com contratos de garantia de qualidade de serviço (SLA). Em ambos os casos, operadoras como a TIM, com décadas de experiência, podem ser suas parceiras.
É possível também construir soluções de redes híbridas, que priorizem a rede privativa, mas que se conectam à rede pública caso haja falha na primeira.
Além disso, existe a opção do networks slicing sobre a rede 5G, tecnologia que a TIM já vem adotando em alguns projetos desenhados sob medida, como a transmissão ao vivo do Carnaval do Rio de Janeiro pela Rede Globo.
Gouvêa ressaltou também a flexibilidade da TIM quanto ao modelo de negócios. “Se for Capex ou Opex, a gente consegue se adequar da forma que for necessária para cada setor. Atendemos a demanda e o modelo financeiro requerido pelo cliente”, ressaltou.
TIM no 9º Fórum de Operadoras Inovadoras
Paulo Humberto Gouvêa vai participar do painel de abertura do 9º Fórum de Operadoras Inovadoras para debater a estratégia das teles no mercado de conectividade B2B, dia 13 de abril, no WTC, em São Paulo. A agenda completa do evento está disponível em www.operadorasinovadoras.com.br
