Domingo, 30 de Novembro de 2025

TIM adquire V8.Tech e anuncia novo vice-presidente para B2B

A TIM comunicou ao mercado nesta quinta-feira, 27, a aquisição de 100% da consultoria de soluções digitais V8.Tech, pelo valor de R$ 140 milhões. A cifra poderá ser acrescida de pagamentos adicionais (earn-outs) até o limite de outros R$ 140 milhões em seis anos, a depender do cumprimento de determinadas condições.

Em paralelo, ainda dentro da estratégia para o segmento corporativo (B2B), a operadora anunciou alteração organizacional com a criação de uma nova vice-presidência focada no B2B. A área fica sob liderança de Fabio Costa, ex-CEO da Salesforce e com passagens por Microsoft, VMware, Oracle e Telemar Norte-Leste.

“Ele se junta à companhia para liderar o processo de desenvolvimento e aceleração dessa linha de negócios”, afirmou comunicado da TIM.

A V8.Tech
No caso da aquisição da V8.Tech, a operação foi aprovada pelo conselho de administração da TIM na última quarta-feira, 26. O movimento faz parte do Plano Estratégico da tele para o triênio 2025-2027.

Fundada em 2014, a V8.Tech é uma empresa de tecnologia especializada na integração de soluções digitais e serviços gerenciados, com atuação em transformação digital, computação em nuvem (multicloud, privada e híbrida) e inteligência artificial ao lado de mais de 100 clientes em diversos setores, incluindo telecom.

Atualmente, a empresa conta com cerca de 380 colaboradores e apresentou receita líquida aproximada de R$ 235 milhões em 12 meses até setembro de 2025. A V8.Tech também teria taxa anual de crescimento composta (CAGR) de 17% entre 2021 e 2024, afirmou a TIM.

“A operação reforça a estratégia da TIM voltada para o B2B, ampliando significativamente a capacidade da companhia de oferecer soluções completas de transformação digital. A integração dos serviços de cloud e digitais ao portfólio da TIM permitirá a entrega de projetos end-to-end, com o suporte de equipes altamente especializadas e reconhecidas pelo know-how no setor”, diz a tele.

O fechamento da compra está condicionado à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), bem como à verificação de outras condições usuais para transações dessa natureza.

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