Domingo, 5 de Abril de 2026

Grupo TIM termina 2025 com alta de 2,7% na receita e menor endividamento

O Grupo TIM encerrou 2025 com receita total de € 13,7 bilhões, crescimento orgânico de 2,7% em relação a 2024, e EBITDA de € 3,7 bilhões, alta de 6,5% no comparativo anual, segundo resultados divulgados hoje, 24. A dívida líquida ajustada foi reduzida para € 6,85 bilhões ao final do exercício, com alavancagem inferior a 1,9 vez.

De acordo com a diretoria, o grupo cumpriu todas as metas anunciadas pelo quarto ano consecutivo. O EBITDA consolidado somou € 4,35 bilhões em base orgânica, avanço de 6,4%. Os investimentos (Capex) totalizaram € 1,903 bilhão, equivalentes a 13,9% da receita.

O fluxo de caixa livre para o acionista foi positivo em € 0,7 bilhão em 2025, ante resultado negativo de € 0,3 bilhão em 2024. O fluxo de caixa operacional (OFCF) atingiu € 1,9 bilhão.

Mercado italiano cresce 1,9%
A unidade italiana da TIM registrou receita de € 9,543 bilhões, alta de 1,9% em base comparável (a companhia se desfez de ativos no período). O EBITDA somou € 2,03 bilhões, crescimento de 5,1%.

No segmento Consumer, a receita total foi de € 6,02 bilhões (-0,9%), com estabilidade nas receitas de serviços (-0,6%). O ARPU fixo subiu 5,1% e o ARPU móvel avançou 0,4%. O churn móvel caiu para 18,5%, ante 19,4% em 2024.

Já a unidade Enterprise registrou receita de € 3,52 bilhões, crescimento de 7%, com alta de 8,6% nas receitas de serviços. O segmento de cloud cresceu 24% ano a ano. A TIM Brasil, o outro ativo do Grupo TIM, cresceu mais que a matriz em 2025. A empresa fechou o ano passado com lucro líquido normalizado de R$ 4,343 bilhões, crescimento de 37,4% em relação a 2024, e receita de R$ 26,6 bilhões, alta de 4,6%.

Recompra de ações e orientação para 2026
O conselho do Grupo TIM aprovou proposta de recompra de até € 400 milhões em ações, correspondente a até 700 milhões de ações ordinárias, condicionada à conclusão da venda da Sparkle. Também será proposta um grupamento de ações na proporção de 1 para 10.

Para 2026, o Grupo TIM projeta crescimento de receita entre 2% e 3% e expansão do EBITDA after lease entre 5% e 6%, além de redução da alavancagem para abaixo de 1,7 vez. (Com assessoria de imprensa)

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