Oi afirma que serviços seguem normalmente após TJ-RJ manter falência
A Oi informou que não houve interrupção de seus serviços após a 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manter a decisão que converteu a recuperação judicial do Grupo Oi em falência.
Em nota divulgada à imprensa após o julgamento, a operadora afirmou que seus empregados continuam trabalhando normalmente e que estão preservadas as medidas necessárias para manter suas atividades e os serviços considerados essenciais durante a transição determinada pela Justiça.
“A Companhia reforça que seus colaboradores seguem atuando normalmente e que não há interrupção na prestação dos serviços”, informou a Oi.
A manifestação ocorre após o colegiado do TJ-RJ manter a conversão da recuperação judicial em falência. Conforme a empresa, a decisão reconhece a necessidade de preservação e continuidade dos serviços essenciais em razão dos impactos sobre clientes, coletividade e interesse público.
Continuidade durante a transição
A continuidade dos serviços tornou-se um dos principais pontos relacionados aos efeitos da falência da Oi. A empresa ainda mantém atividades que precisam ser preservadas durante o processo de transferência e reorganização das operações.
Na nota, a Oi afirma que a decisão judicial preservou as medidas necessárias tanto à continuidade das atividades quanto à condução da transição que já está em andamento.
A companhia não detalhou, no posicionamento, prazos para essa transição nem eventuais mudanças decorrentes da decisão do Tribunal. Também não informou alterações operacionais ou no atendimento aos clientes.
O posicionamento converge com a prioridade manifestada pela Anatel após a decretação da falência: evitar descontinuidade dos serviços de telecomunicações enquanto ocorre a transição das atividades ainda prestadas pela companhia.
Oi diz que colaborará com administradores judiciais
A empresa informou ainda que continuará trabalhando com as autoridades responsáveis pelo processo e com os administradores judiciais nomeados pela Justiça.
Segundo a Oi, serão adotadas as medidas necessárias para assegurar a continuidade das atividades, dos serviços essenciais e do atendimento a clientes, parceiros e demais públicos relacionados à companhia.
A manifestação não aborda eventuais medidas judiciais posteriores ao julgamento nem detalha os efeitos da manutenção da falência sobre credores, fornecedores ou trabalhadores. O posicionamento se concentra na continuidade operacional da companhia durante a execução das determinações judiciais.
*Com assessoria de imprensa
