Terça-feira, 22 de Setembro de 2026

Vero fecha o 2º trimestre de 2026 com R$ 118 milhões de fluxo de caixa operacional

A Vero, uma das principais empresas de telecomunicações do país, encerrou o segundo trimestre de 2026 mantendo sua estratégia de disciplina financeira e eficiência operacional, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador. No período, o fluxo de caixa operacional (FCO) menos Capex atingiu R$ 118 milhões, refletindo os ganhos obtidos com a otimização do capital de giro e a alocação criteriosa de recursos. O indicador, que registrou um crescimento de 295% em relação ao mesmo período do ano passado, chegou a R$ 450 milhões no acumulado dos últimos 12 meses.

A convergência segue como um dos principais pilares para criação de valor para a Vero, que registrou crescimento de 4,1% nas Unidades Geradoras de Receita (UGRs) no comparativo com o segundo trimestre de 2025. A base móvel alcançou 367 mil clientes, adicionando mais de 31 mil novos clientes, avanço de 65,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho também se refletiu na evolução da taxa de penetração do móvel na base, que chegou a 15,3%. O crescimento de 8,1 pontos percentuais evidencia o avanço da estratégia e a maior adesão dos clientes ao portfólio de soluções. Atualmente, 44% dos clientes da Vero combinam banda larga com móvel e/ou serviços digitais, ante 31% há um ano, um avanço de 13 pontos percentuais em 12 meses. A taxa de penetração dos serviços digitais premium também segue em evolução, alcançando 38,8% da base no trimestre, aumento de 13,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

“Diante de um cenário que segue desafiador tanto na economia quanto na competitividade do nosso setor, apresentamos resultados que mostram a consistência da estratégia adotada pela Vero nos últimos anos e um modelo de negócio cada vez mais orientado à geração sustentável de caixa e criação de valor de longo prazo. O fluxo de caixa operacional reforça nossa capacidade de manter nossa sustentabilidade financeira, nos preparando para enfrentar variados ciclos econômicos, com investimentos focados na qualidade do serviço, na eficiência da operação e na expansão do portfólio, cada vez mais pautado pela convergência dos serviços e rentabilização da base”, comenta Fabiano Ferreira, CEO da companhia.

Nos meses de abril, maio e junho, a receita líquida foi de R$ 420,4 milhões e o Ebitda ajustado chegou a R$ 232,8 milhões, com margem de 55,4%, uma das mais altas do setor. Nos últimos 12 meses, os indicadores alcançaram R$ 1,7 bilhão e R$ 911 milhões, respectivamente.

“A constante evolução do ARPU, que chegou a R$ 118,5 no trimestre (+3,2% vs. 2T25), reflete o sucesso da nossa estratégia de qualificação e maior rentabilização da base de clientes, preservando margens, geração de caixa e capacidade de investimento no longo prazo”, afirma Ricardo Perrone, CFO da Vero.

O segmento B2B segue como uma das prioridades estratégicas e já representa mais de 13% da receita da companhia. Com foco em pequenas e médias empresas, a operação vem ampliando seu portfólio para além da conectividade, reunindo soluções de nuvem, segurança digital, gerenciamento remoto, Wi-Fi corporativo, monitoramento inteligente e telefonia móvel empresarial. A estratégia reforça o posicionamento da Vero como parceira da transformação digital dos negócios e amplia as oportunidades de monetização por meio da oferta de um portfólio completo de soluções.

“Os resultados reforçam que estamos construindo uma operação cada vez mais eficiente e resiliente. A evolução da geração de caixa, da convergência de serviços e do ARPU demonstra que seguimos ampliando o valor gerado por cliente e fortalecendo um modelo de negócio preparado para atravessar diferentes ciclos do mercado. Continuaremos priorizando a captura de valor, a eficiência operacional e uma alocação disciplinada de capital, pilares que sustentam nossa estratégia no longo prazo”, conclui Ferreira.

Compartilhe: