Unifique compra participação majoritária no consórcio Amazônia 5G
A Unifique anunciou na manhã desta segunda-feira, 6, a celebração de um contrato para aquisição de 56,4% da Amazônia 5G, passando a deter, assim, o controle e a conduzir a administração do consórcio. O negócio foi fechado na última quinta-feira, 2, e é avaliado em R$ 15 milhões.
A Amazônia 5G, vale lembrar, é um consórcio de provedores que adquiriu as licenças da frequência de 3,5 GHz no Estado de São Paulo e na região Norte do País que pertenciam a Sercomtel/Ligga. Inclusive, a Anatel já deu sinal verde para a transferência das outorgas de 3,5 GHz para a Amazônia 5G.
Dessa forma, a assunção da operação acelera o crescimento do serviço móvel da Unifique, sobretudo visando à operação no estado de São Paulo.
Em fato relevante, a Unifique informou que a transação será paga em cinco parcelas mensais, cada uma no valor de R$ 3 milhões. A primeira será quitada em até cinco dias contados da data de fechamento da operação. Já a última será paga após a obtenção das aprovações regulatórias perante a Anatel.
Expansão da operação móvel
A aquisição da Amazônia 5G é mais um passo na expansão da operação móvel da Unifique, que detém licenças de 5G para atuar nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em janeiro, a operadora anunciou a aquisição das frequências da Ligga, empresa do mesmo grupo da Sercomtel, para operar no Paraná.
Em comunicado, a Unifique ressaltou que a assunção do controle da Amazônia 5G acelera o crescimento do serviço móvel, sobretudo visando à operação no estado de São Paulo.
“A aquisição representa uma alavanca estratégica fundamental para acelerar o crescimento da Companhia e capturar valor em um mercado dinâmico. A operação garante ativos relevantes, como o uso da radiofrequência do 5G e permite uma expansão ágil no segmento móvel”, destacou a Unifique, em trecho do fato relevante.
“Destaca-se que a Amazônia 5G detém a frequência do estado de São Paulo, e essa licença permite atingir a escala necessária em tempo reduzido, consolidando uma vertical de negócio essencial. Como resultado, criam-se as condições ideais para o desenvolvimento de uma nova base de clientes, o fortalecimento da marca e a captura de oportunidades sustentáveis a médio e longo prazo”, concluiu.
