Domingo, 5 de Abril de 2026

Vivo monta rede 5G Advanced no Lollapalooza 2026

A Vivo montou uma operação baseada em 5G Advanced (ou 5.5G) no festival Lollapalooza 2026, realizado entre os dias 20 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A infraestrutura foi composta por 36 estações rádio base (ERB) e registrou 132 TB de dados trafegados na rede móvel da operadora.

Em comunicado, a Vivo informou que a tecnologia permite a agregação de até três portadoras em 5G, o que eleva as taxas de transmissão de dados e reduz a latência, em função da soma de capacidade e do uso do core da rede 5G standalone.

Ao todo, a operação beneficiou cerca de 285 mil pessoas que foram ao evento. Segundo a tele, o público, mesmo em áreas de alta concentração de usuários móveis, a rede pôde contar com velocidades que passaram de 1 Gbps, desempenho cerca de 30 vezes superior ao do 4G.

“O LollaBR é um dos maiores eventos de música do País e exigiu uma operação robusta e precisa. Nossa prioridade foi garantir que o público vivesse plenamente a experiência do festival, com uma rede estável, rápida e preparada para suportar inúmeras interações simultâneas”, afirma Elmo Matos, diretor de Core e Redes Móveis da Vivo, em nota.

Monitoramento de rede
A Vivo também informou que realizou um monitoramento contínuo da rede nos três dias de festival. O CSOC (centro de operações de segurança cibernética) da tele utilizou uma ferramenta anti-DDoS exclusiva para o evento.

Adicionalmente, a rede foi fortalecida com antenas inteligentes que combinam as tecnologias Massive MIMO Dual-Band e Triple-Band para todas as faixas de frequência. Os equipamentos também contam com a funcionalidade de beamforming, que direciona múltiplos feixes para áreas de maior tráfego. Ainda houve a instalação de antenas exclusivas no Lolla Lounge by Vivo, espaço VIP do evento.

A infraestrutura montada no autódromo ainda inclui enlaces de alta capacidade, rede de fibra predominantemente subterrânea e ERBs posicionadas em áreas de grande circulação de pessoas (próximas aos palcos e às principais rotas de deslocamento), além de equipes técnicas extras de plantão para atuar em qualquer necessidade operacional.

“A escala e a dinâmica de um festival como o LollaBR exigem uma arquitetura de rede altamente resiliente, com múltiplas camadas de redundância e proteção. Foi uma operação de engenharia em larga escala, viabilizada pelo trabalho integrado de equipes especializadas e pelo uso de tecnologias avançadas”, completou Matos.

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