Quinta-feira, 12 de Março de 2026

S&P rebaixa rating da Oi para ‘default’ após não pagamento de juros

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s Global (S&P) rebaixou novamente o rating de crédito de emissor da Oi em escala global, após a empresa deixar de pagar os juros de notas sênior garantidas com vencimento em 30 de janeiro deste ano.

Conforme comunicado divulgado na terça-feira, 3, a classificação caiu de “SD” (sigla, em inglês, para calote seletivo) para apenas “D” (default, ou calote). Além disso, a agência rebaixou a classificação de emissão das notas sênior garantidas (sênior secured) de 2026 de “CC” (rating que indica um ativo altamente vulnerável para não pagamento) para “D”.

No caso, tratam-se de títulos emitidos em moeda estrangeira pela Oi em 2021, no valor principal de US$ 880 milhões, com vencimento em 2026.

A S&P ainda removeu o índice “3” de recuperação das notas, o que indicava que os títulos tinham uma “recuperação significativa” para credores em caso de inadimplência do devedor.

Avaliação sobre a Oi
O “calote” da Oi foi consequência de uma decisão judicial que prorrogou por mais 90 dias a suspensão de obrigações extraconcursais (vencidas e futuras) da operadora.

O novo prazo de blindagem começou a contar em 20 de janeiro. Vale lembrar, contudo, que a suspensão de tais obrigações vigora desde 30 de setembro de 2025, tendo sido prorrogada algumas vezes.

“Após as decisões judiciais, acreditamos que a empresa não conseguirá pagar a totalidade ou a maior parte de suas obrigações no vencimento”, pontua a agência de classificação de risco.

Em novembro do ano passado, a S&P já havia rebaixado ratings de dívidas da Oi, apontando que as obrigações eram altamente vulneráveis ao não pagamento.

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s Global (S&P) rebaixou novamente o rating de crédito de emissor da Oi em escala global, após a empresa deixar de pagar os juros de notas sênior garantidas com vencimento em 30 de janeiro deste ano.

Conforme comunicado divulgado na terça-feira, 3, a classificação caiu de “SD” (sigla, em inglês, para calote seletivo) para apenas “D” (default, ou calote). Além disso, a agência rebaixou a classificação de emissão das notas sênior garantidas (sênior secured) de 2026 de “CC” (rating que indica um ativo altamente vulnerável para não pagamento) para “D”.

No caso, tratam-se de títulos emitidos em moeda estrangeira pela Oi em 2021, no valor principal de US$ 880 milhões, com vencimento em 2026.

A S&P ainda removeu o índice “3” de recuperação das notas, o que indicava que os títulos tinham uma “recuperação significativa” para credores em caso de inadimplência do devedor.

Avaliação sobre a Oi
O “calote” da Oi foi consequência de uma decisão judicial que prorrogou por mais 90 dias a suspensão de obrigações extraconcursais (vencidas e futuras) da operadora.

O novo prazo de blindagem começou a contar em 20 de janeiro. Vale lembrar, contudo, que a suspensão de tais obrigações vigora desde 30 de setembro de 2025, tendo sido prorrogada algumas vezes.

“Após as decisões judiciais, acreditamos que a empresa não conseguirá pagar a totalidade ou a maior parte de suas obrigações no vencimento”, pontua a agência de classificação de risco.

Em novembro do ano passado, a S&P já havia rebaixado ratings de dívidas da Oi, apontando que as obrigações eram altamente vulneráveis ao não pagamento.

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