Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2026

Vivo se destaca entre empresas líderes em transparência climática

A Vivo está integrando a “A-List”, lista de empresas que apresentam as melhores práticas em transparência sobre mudanças climáticas. Com o feito, a operadora figura entre 4% das empresas globais com a melhor performance pelo Carbon Disclosure Project (CDP), sistema independente para divulgação ambiental.

Este é o sexto ano consecutivo em que a Vivo se destaca entre as empresas líderes em transparência para mudanças climáticas, posição que mantém desde 2020.

A avaliação da CDP considera critérios de Governança, Riscos e Oportunidades, Estratégia de Negócios, Metas e Desempenho na redução de emissões, além de Metodologia e Dados de Emissões, Energia, Precificação Interna de Carbono e Engajamento da Cadeia de Valor, tanto de fornecedores quando de clientes, na pauta climática.

A operadora informa que desde o acordo de Paris, em 2015, já reduziu em mais de 90% suas emissões próprias de gases de efeito estufa, utilizando energia elétrica 100% renovável e através de maior eficiência operacional. Seu objetivo é alcançar a condição de net zero (neutralizando todas as emissões) até 2035, cinco anos antes do previsto.

Para isso, a operadora tem trabalhado ativamente junto aos seus fornecedores mais intensivos em carbono, e já possui 87% deles engajados em ações pelo clima. Também tem tomado a frente de um importante movimento pela economia circular junto aos consumidores – o programa Vivo Recicle, que coletou mais de 187 toneladas de resíduos eletrônicos desde que foi implantado, em 2006.

Floresta Vivo
Em 2025, a Vivo assumiu o compromisso de investir na restauração e proteção de 800 hectares de floresta amazônica em um projeto voltado à biodiversidade – em parceria com a re.green – e que busca reabilitar funções ecológicas, proteger espécies ameaçadas e fortalecer comunidades locais. O projeto é conhecido como Floresta Vivo.

A iniciativa prevê o plantio, regeneração e conservação de mais de 900 mil árvores, de 30 espécies nativas, criando habitats em zonas endêmicas da Amazônia e reconectando paisagens fragmentadas.

 

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