V.tal fecha 2º tri de 2025 com queda na receita e prejuízo
A V.tal – Rede Neutra de Telecomunicações encerrou o segundo trimestre de 2025 com prejuízo líquido de R$ 380,25 milhões, revertendo o lucro de R$ 378,3 milhões apurado entre abril e junho de 2024. No semestre, o resultado também ficou negativo em R$ 356,2 milhões, contra lucro de R$ 608,6 milhões no primeiro semestre de 2024.
A receita líquida de R$ 1,82 bilhão no segmento de atacado, redução de 6% em relação aos R$ 1,94 bilhão do mesmo período de 2024. No acumulado de janeiro a junho, a receita somou R$ 3,73 bilhões, ligeira alta de 1,9% sobre igual intervalo do ano passado.
As despesas operacionais excluindo depreciação e amortização atingiram R$ 1,44 bilhão no trimestre, alta frente aos R$ 612,8 milhões de um ano antes. A depreciação e amortização somaram R$ 848,9 milhões no período, totalizando R$ 2,29 bilhões em despesas operacionais. O resultado antes do financeiro e dos tributos foi negativo em R$ 467,6 milhões, contra ganho de R$ 600,3 milhões no segundo trimestre de 2024.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 70,1 milhões, frente a perda de R$ 47,1 milhões no mesmo trimestre do ano anterior.
A ClientCo (Nio) contribuiu com receitas de R$1,34 bilhão e prejuízo antes de tributos de R$149,53 milhões da
data da aquisição (28 de fevereiro) até 30 de junho de 2025 para o resultado.
O saldo de caixa e equivalentes recuou para R$ 2,15 bilhões em 30 de junho de 2025, ante R$ 5,5 bilhões no encerramento de 2024. Os passivos com fornecedores, empréstimos, debêntures, arrendamentos e outras obrigações somam R$ 4,93 bilhões. O patrimônio líquido da companhia soma R$ 30,46 bilhões. Uma situação confortável, afirma:
“Baseado na posição de caixa da Companhia, combinada à expectativa de geração de resultados das suas operações e da capacidade de acesso à linha de crédito para financiar seus gastos de capital, a Administração da Companhia acredita que possuirá os recursos necessários e a capacidade para a manutenção das operações da Companhia e para financiar o plano de expansão dos seus negócios no curto e longo prazo”, observa a empresa no relatório trimestral.
