Terça-feira, 7 de Abril de 2026

Eletronet será a primeira operadora a interligar novo data center da Atlantic em Recife

A Eletronet será a primeira operadora a estabelecer conexão direta com o novo data center Recife1, da Atlantic Data Centers. A instalação, localizada na capital pernambucana, está em construção e tem inauguração prevista para o primeiro trimestre de 2026. A parceria posiciona a atacadista de rede como provedora inicial de conectividade de longa distância do novo hub regional, que nasce com foco em colocation e serviços críticos.

A operadora, que pertence ao grupo Eletrobras, utilizará sua malha óptica baseada em tecnologia OPGW (Optical Ground Wire), instalada nas linhas de transmissão de energia elétrica. A rede soma mais de 17 mil km de fibras em 18 estados, com 170 pontos de presença (POPs) no Brasil e dois no exterior. A infraestrutura da empresa conecta atualmente 18 dos maiores data centers do país.

Com a entrada no Recife1, a Eletronet reforça sua estratégia de ampliação da cobertura nacional a centros de interconexão digital fora do eixo Sudeste-Nordeste. A companhia também busca atrair novos clientes corporativos que venham a utilizar os serviços da Atlantic, especialmente nos setores de tecnologia, finanças, saúde, indústria e setor público.

Segundo a Atlantic, a parceria com a Eletronet garante que o novo data center já comece com rotas de baixa latência e alta resiliência, conectando Recife aos principais hubs de tráfego do país, como São Paulo e Fortaleza. “A Eletronet será um alavancador fundamental para o Recife1”, afirmou Joselito Bergamaschine, COO da Atlantic Data Centers.

Já Cassio Lehmann, CRO da Eletronet, declarou que a integração ao novo data center amplia a estratégia da operadora de se conectar a polos digitais regionais. “A conexão com o Recife1 é um passo fundamental para expandir a conectividade da Eletronet aos principais data centers do Brasil”, disse.

O Recife1 será o primeiro data center da Atlantic. A empresa prevê que o equipamento atue como pilar para a descentralização da infraestrutura digital no país, hoje concentrada em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. O projeto seguirá padrões internacionais de segurança e desempenho, com foco em clientes dos setores público e privado. (Com assessoria de imprensa)

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