Quinta-feira, 13 de Agosto de 2026

Vivo cresce no B2B com conectividade e serviços digitais

Em alta no B2B, a Vivo já obtém mais de um quinto das receitas por meio dos serviços corporativos. De acordo com balanço financeiro do primeiro trimestre de 2026 divulgado nesta segunda-feira, 11, as operações destinadas ao setor empresarial já representam 22,6% da receita total da empresa.

A fatia B2B atual do faturamento, inclusive, cresceu 1 ponto percentual (p.p.) na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os dados apresentados pela Vivo ainda apontam que, no acumulado de 12 meses até março, a tele obteve R$ 13,7 bilhões em receitas no atendimento corporativo.

Desse total, cerca de R$ 8,3 bilhões foram gerados por serviços de conectividade. A vertical teve alta anual de 5,2%.

B2B digital cresce ainda mais
Ainda que em menor volume em termos de faturamento do que conectividade, os chamados “serviços B2B digitais” têm crescido significativamente mais do que qualquer outra vertical de negócios da Vivo.

O segmento gerou R$ 5,4 bilhões em receitas no acumulado em 12 meses até março, crescendo 23,8% na comparação anual.

Desse total, R$ 2,7 bilhões dizem respeito a serviços de nuvem (+29%). Em seguida, aparecem as operações de Internet das Coisas (IoT) e mensageria, com R$ 1,3 bilhão em receitas (+17,3%), e soluções digitais em geral, que geraram pouco mais de R$ 1 bilhão (+21,1%) em vendas.

A vertical também é composta pelos produtos de segurança cibernética, que já contribuem com R$ 304 milhões (+19%) em receitas.

A expectativa da operadora é de seguir ampliando o faturamento com o B2B. Um dos movimentos que devem puxar os números nos próximos trimestres é um projeto para conexão de 3 milhões de hectares da produtora de açúcar e etanol São Martinho.

Como noticiado por TELETIME em março, a iniciativa prevê a instalação de 44 tores e disponibilização de sinal 4G, NB-IoT e LTE-M. A implantação deve ser concluída ainda este ano.

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