O que muda com a abertura do mercado livre de energia
Quem poderá aderir?
Pequenas empresas poderão escolher o fornecedor de energia a partir do final de 2027. Para consumidores residenciais, a previsão é de abertura no final de 2028.
O que muda na prática?
O consumidor poderá negociar diretamente com uma comercializadora, avaliando a opção que melhor atenda às suas necessidades, considerando preço, credibilidade, prazo de contrato, produtos agregados e até a origem da energia.
A distribuidora deixa de existir?
Não. Ela continua responsável pela rede elétrica, manutenção e qualidade do fornecimento. O que muda é a forma de contratação da energia, e não a maneira como ela é distribuída.
Vale a pena?
Especialistas apontam potencial de economia e maior previsibilidade de custos por meio de contratos de longo prazo. Antes da migração, é importante comparar ofertas e verificar a experiência e a solidez da comercializadora.
